Reduzir a conversa sobre inteligência artificial aos ganhos mais imediatos — automatizar tarefas, agilizar respostas, produzir descrições de imóveis mais depressa — é insuficiente. A pergunta mais relevante, defende João Cília, CEO da Porta da Frente Christie's, em artigo de opinião na Executive Digest, é que modelos de negócio esta tecnologia torna
possíveis, e quem os vai explorar primeiro.
João Cília identifica três eixos decisivos: a camada de dados, condição de partida sem a qual não há IA que gere valor sustentável; a execução, que exige um perfil de competências diferente, com mais análise e menos tarefas repetitivas; e a governação, que tem de acelerar a adoção e, simultaneamente, controlar o risco. Revela que a Porta da Frente construiu, ao longo do último ano, um modelo de governação transversal às diferentes áreas da empresa, para que as iniciativas de IA avancem de forma coordenada.
Publicado na Executive Digest, 19 de agosto de 2026.